"As atitudes que devemos tomar para termos um relacionamento significativo com Jesus, um relacionamento baseado na intimidade e não na superficialidade de obrigações religiosas."
Neste vídeo, temos a reflexão ligada a importância da comunidade de fé, a Igreja, em nosso relacionamento significativo com Deus. Aqui, o Pr. Pedro, vai analisar atitudes e reações de contato e convivência entre os da fé. Definições teológicas de igreja, comparando com com outros conceitos comuns, contudo, equivocados, deste importante organismo no qual Cristo, nosso Senhor é o cabeça e Senhor. (Editorial)
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https://www.youtube.com/watch?v=kEXZc05FVvE
(Editorial: Isidro Neto - Vídeo youtube, com autorização do autor)
Um relacionamento com Deus precisa ser um compromisso de investir tempo de inteiração com o Senhor, com um nível de prioridade aceitável... deve gerar atitude, reações... nos movendo na direção de nos tornarmos uma pessoa melhor...
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https://www.youtube.com/watch?v=m1eihwRy9qY
(Editor Isidro Neto - fonte do vídeo: Canal Bispo Pedro Luiz - youtube)
quinta-feira, 16 de setembro de 2021
Série: Relacionamento Significativo com Deus
pelo
Pr. Pedro Luiz
O bispo Pedro Luiz é casado com a Pastora Elisângela e tem dois filhos, Priscila e Pedro. Presidente fundador da C.M.I. - Comunidade da Missão Integral. Bacharel e Mestre em Teologia tem desenvolvido um ministério focado em pessoas, "investindo em vidas como prioridade". Com grande experiência nacional e internacional, tem influenciado milhares de pessoas, ajudando-as a enxergar os sonhos de Deus para a sua vida.
Parte I Ouviremos alistados atitudes e preocupações do Pr. pedro acerca dos elementos vitais de nossa relação pessoal com Deus. Assista o vídeo e seja grandemente desafiado e edificado, por esta breve e incisiva reflexão. https://www.youtube.com/watch?v=bS-8vSgffI4
As
Pérolas surgem segundo diversos autores especializados em moluscos, como um
processo natural e tem início a partir da invasão de uma substância estranha
no interior da ostra, Elas são a reação das ostras a um intruso em sua concha.
A pérola é o resultado de uma espécie de defesa do organismo do molusco a um
invasor – organismo externo que pode ser desde um grão de areia até um parasita.
causando-lhe uma profunda irritação, desencadeando a reação que visa o
isolamento do invasor, o que inclui também a produção de uma secreção que
recobre totalmente o corpo estranho. Os cristais que o isolam dispõem-se sobre
ele em camadas finas e sobrepostas com a conchinha e é esta estrutura é a
responsável pela característica brilhante da joia.
Hebreus 11
A
história da fé, dos grandes homens de Deus, relatados na bíblia sagrada. Homens
produtores em seu caráter e em suas vidas de pérolas de sensibilidade e
riquezas de integridade e desenvolvimento pessoal, é marcada por vidas que
aprenderam a produzir pérolas no campo da batalha de suas feridas pessoais.
Todos os que se relacionaram com o sagrado tiveram a capacidade e foram grandes
produtores de preciosas pérolas de sabedoria e verdadeira fé, e viram suas
vidas sob o mais absoluto dos equilíbrios e encontraram a razão de suas
existências; Além dedesfrutarem de um
autoconhecimento e paz interior que jamais puderam imaginar ser possível.
Podemos resumidamente, ler o capitulo 11 do livro de Hebreus, e teremos
alistados os chamados de “heróis da fé”, lemos:
“Ora, a fé é o firme fundamento das
coisas que se esperam, e a prova das coisas que se não veem.
Porque por ela os antigos alcançaram testemunho.
Pela fé entendemos que os mundos pela palavra de Deus foram criados; de maneira
que aquilo que se vê não foi feito do que é aparente.
Pela fé Abel ofereceu a Deus maior sacrifício do que Caim, pelo qual alcançou
testemunho de que era justo, dando Deus testemunho dos seus dons, e por ela,
depois de morto, ainda fala.
Pela fé Enoque foi trasladado para não ver a morte, e não foi achado, porque
Deus o trasladara; visto como antes da sua trasladação alcançou testemunho de
que agradara a Deus.
Ora, sem fé é impossível agradar-lhe; porque é necessário que aquele que se
aproxima de Deus creia que ele existe, e que é galardoador dos que o buscam.
Pela fé Noé, divinamente avisado das coisas que ainda não se viam, temeu e,
para salvação da sua família, preparou a arca, pela qual condenou o mundo, e
foi feito herdeiro da justiça que é segundo a fé.
Pela fé Abraão, sendo chamado, obedeceu, indo para um lugar que havia de
receber por herança; e saiu, sem saber para onde ia.
Pela fé habitou na terra da promessa, como em terra alheia, morando em cabanas
com Isaque e Jacó, herdeiros com ele da mesma promessa.
Porque esperava a cidade que tem fundamentos, da qual o artífice e construtor é
Deus.
Pela fé também a mesma Sara recebeu a virtude de conceber, e deu à luz já fora
da idade; porquanto teve por fiel aquele que lho tinha prometido.
Por isso também de um, e esse já amortecido, descenderam tantos, em multidão,
como as estrelas do céu, e como a areia inumerável que está na praia do mar.
Todos estes morreram na fé, sem terem recebido as promessas; mas vendo-as de
longe, e crendo-as e abraçando-as, confessaram que eram estrangeiros e
peregrinos na terra.
Porque, os que isto dizem, claramente mostram que buscam uma pátria.
E se, na verdade, se lembrassem daquela de onde haviam saído, teriam
oportunidade de tornar.
Mas agora desejam uma melhor, isto é, a celestial. Por isso também Deus não se
envergonha deles, de se chamar seu Deus, porque já lhes preparou uma cidade.
Pela fé ofereceu Abraão a Isaque, quando foi provado; sim, aquele que recebera
as promessas ofereceu o seu unigênito.
Sendo-lhe dito: Em Isaque será chamada a tua descendência, considerou que Deus
era poderoso para até dentre os mortos o ressuscitar;
E daí também em figura ele o recobrou.
Pela fé Isaque abençoou Jacó e Esaú, no tocante às coisas futuras.
Pela fé Jacó, próximo da morte, abençoou cada um dos filhos de José, e adorou
encostado à ponta do seu bordão.
Pela fé José, próximo da morte, fez menção da saída dos filhos de Israel, e deu
ordem acerca de seus ossos.
Pela fé Moisés, já nascido, foi escondido três meses por seus pais, porque
viram que era um menino formoso; e não temeram o mandamento do rei.
Pela fé Moisés, sendo já grande, recusou ser chamado filho da filha de Faraó,
Escolhendo antes ser maltratado com o povo de Deus, do que por um pouco de
tempo ter o gozo do pecado;
Tendo por maiores riquezas o vitupério de Cristo do que os tesouros do Egito;
porque tinha em vista a recompensa.
Pela fé deixou o Egito, não temendo a ira do rei; porque ficou firme, como
vendo o invisível.
Pela fé celebrou a páscoa e a aspersão do sangue, para que o destruidor dos
primogênitos lhes não tocasse.
Pela fé passaram o Mar Vermelho, como por terra seca; o que intentando os
egípcios, se afogaram.
Pela fé caíram os muros de Jericó, sendo rodeados durante sete dias.
Pela fé Raabe, a meretriz, não pereceu com os incrédulos, acolhendo em paz os
espias.
E que mais direi? Faltar-me-ia o tempo contando de Gideão, e de Baraque, e de
Sansão, e de Jefté, e de Davi, e de Samuel e dos profetas,
Os quais pela fé venceram reinos, praticaram a justiça, alcançaram promessas,
fecharam as bocas dos leões,
Apagaram a força do fogo, escaparam do fio da espada, da fraqueza tiraram
forças, na batalha se esforçaram, puseram em fuga os exércitos dos estranhos.
As mulheres receberam pela ressurreição os seus mortos; uns foram torturados,
não aceitando o seu livramento, para alcançarem uma melhor ressurreição;
E outros experimentaram escárnios e açoites, e até cadeias e prisões.
Foram apedrejados, serrados, tentados, mortos ao fio da espada; andaram
vestidos de peles de ovelhas e de cabras, desamparados, aflitos e maltratados
(Dos quais o mundo não era digno), errantes pelos desertos, e montes, e pelas
covas e cavernas da terra.
E todos estes, tendo tido testemunho pela fé, não alcançaram a promessa,
Provendo Deus alguma coisa melhor a nosso respeito, para que eles sem nós não
fossem aperfeiçoados.” (Hebreus 11:1-40)
Para pensar e Reagir:
- Pare um instante e responda com
sinceridade:
·Olhando para si mesmo (a), o quanto podes
notar que há em sua vida pérolas preciosas de fé, sabedoria e crescimento
pessoal, como resultado e/ou apesar de suas lutas e dores ao longo de sua caminhada?
·Sabendo que as ostras produzem pérolas, enquanto
agonizam com elementos que causam mal estar e fragilidades, você consegue
perceber que suas angustias em vez de te tornar fraco, te tornas forte?
··O Apostolo Paulo, pode dizer: “Fiz o
melhor que pude na corrida, cheguei até o fim, conservei a fé. E agora está me
esperando o prêmio da vitória, que é dado para quem vive uma vida correta, o
prêmio que o Senhor, o justo Juiz, me dará naquele dia, e não somente a mim,
mas a todos os que esperam, com amor, a sua vinda.” (2 Tm 4:8.9)
·Faça uma Oração nesse instante, clame ao
Pai por esse tipo de reação e decisão firme para que te mantenhas, nessa
jornada que ainda lhe resta, produzindo pérolas que são tesouros eternos. A Fé,
o amor, a esperança, e o crescimento em sabedoria e serviço a Ele.
Click na Imagem e Link abaixo e reflita com essa canção....
(Editoração e texto Isidro Neto; Imagem, site https://www.megacurioso.com.br/animais/89406-entenda-como-e-a-producao-e-por-que-as-perolas-sao-tao-valiosas.htm;
Vídeo youtube)
2"Se alguém pecar, cometendo um erro contra o
Senhor, enganando o seu próximo no que diz respeito a algo que lhe foi confiado
ou deixado como penhor ou roubado, ou se lhe extorquir algo,
3ou se achar algum bem perdido e mentir a respeito
disso, ou se jurar falsamente a respeito de qualquer coisa, cometendo pecado; 4quando assim pecar, tornando-se por isso culpado,
terá que devolver o que roubou ou tomou mediante extorsão, ou o que lhe foi confiado,
ou os bens perdidos que achou, 5ou qualquer coisa sobre a qual tenha jurado
falsamente. Fará restituição plena, acrescentará a isso um quinto do valor e
dará tudo ao proprietário no dia em que apresentar a sua oferta pela culpa. 6E por sua culpa trará ao sacerdote uma oferta
dedicada ao Senhor: um carneiro do rebanho, sem defeito e devidamente avaliado. 7Dessa forma, o sacerdote fará propiciação pelo
culpado perante o Senhor, e ele será perdoado de qualquer dessas coisas que
fez e que o tornou culpado". (Lev. 6:1-7)
Numa sociedade em que o homem é
colocado como o centro de todas as coisas, desvirtuamentos de valores
consequentemente acontecerão. Quando se ensina que o homem é merecedor de ter
tudo o que deseja e precisa, torna-se ilógico que o outro tenha algum tipo de
vantagem que eu não tenha. Com isso, se justifica o engano e a fraude como
formas de obtenção de algum tipo de compensação. Os valores morais de
honestidade são abandonados e colocados em prática a doutrina da esperteza e do
“se dar bem” às custas do próximo.
Este texto vem combater este
tipo de prática social. Uma pessoa que fosse considerada culpada tinha primeiro
que restituir aquilo que havia subtraído de forma ilegítima e também acrescentaria
como multa a quinta parte do valor do que havia roubado. Logo em seguida,
deveria oferecer para Deus uma oferta pela culpa. Ou seja, o seu pecado contra
os homens é também contra Deus. Não bastava apenas se acertar com uma das
partes, mais com as duas. A esfera social era contemplada, mas também a divina.
Pois, do que adianta resolver a situação com os homens se ainda está em dívida
com Deus!
A obra de Cristo na cruz foi
completa. Ela nos salvou do domínio do pecado, cortando as cordas que Satanás
usava para nos manipular como marionetes; ela nos salvou da condenação do
pecado, pois estávamos debaixo da ira de Deus; mas, também, ela nos salvou de
nós mesmos. Nos salvou da forma como pensávamos a respeito da satisfação dos
nossos desejos e necessidades, e passamos a olhar para o próximo com respeito e
consideração por ser a imagem de Deus e para o nosso pecado como ofensa contra
a santidade de Deus. O que era comum fazer porque muitos faziam, passou a ser
odioso e foi substituído pela prática do bem.
(Administrador e Editor Isidro Neto;
Imagem https://images.sipse.com/6Rgre-QQIqqvk7-j0qExVlpAeO0=/800x497/smart/imgs/122016/171216b84b645f8.jpg;
texto bíblico da ttps://www.bible.com/pt/bible/211/LEV.6.NTLH; Vídeo youtube)
”18c ... O sacerdote
oferecerá o animal como sacrifício para conseguir o perdão do pecado que a
pessoa cometeu sem querer, e ela será perdoada...”
Os mandamentos do Senhor são
justos e retos. Os mandamentos do Senhor alegram o coração. Andar de acordo com
a vontade do Senhor traz felicidade ao homem e prosperidade em seus caminhos.
Mas, do contrário, errar nem que seja em um só desses mandamentos, faz do homem
um transgressor de toda a Lei. Esse pecado, mesmo considerado insignificante e
não tenha sido deliberado, é capaz de produzir amargura para alma, infelicidade
no coração e, ainda pior, trazer o juízo de Deus.
As Leis do Senhor nos ensinam
sobre a santidade de Deus. Um só pecado mancha a santidade de uma pessoa e
afronta a perfeita santidade de Deus. Mesmo somente um pecado torna a pessoa
culpada e réu do juízo divino. Quem comeria uma omelete em que apesar de todos
os outros ovos estarem bons, um estivesse estragado? Esse ovo estraga toda a
omelete. Essa é a seriedade do pecado. Por isso que repetidas vezes a Bíblia
ensina que não há um justo sequer.
Na cruz Jesus se tornou a nossa
justiça. Como viveu sem pecado, Cristo tornou-se o sacrifício perfeito para
satisfazer o juízo de Deus. Ele foi oferecido em nosso lugar, tomando sobre si
as nossas culpas para que não tivéssemos mais condenação no tribunal de Deus.
Além disso, a sua justiça nos é dada para que tenhamos comunhão contínua com
Deus nesta terra e no porvir. Na sua obra, nós não somos mais como aquela
omelete com um ovo podre, intragáveis para Deus.
“15Se alguém, sem querer, cometer o pecado de não entregar as ofertas
sagradas que pertencem a Deus...”
Nos tempos de hoje, o que é
sagrado tem sido desprezado ou menosprezado. Precisamos distinguir o sagrado
das coisas comuns. Nessa era pós cristã, aspectos e práticas sagradas de outras
religiões têm a devida consideração, mas no que concerne ao cristianismo, é
desrespeitado. Estamos a tal ponto chafurdados numa certa profanação, que nos
achegamos ao Senhor sem nos preocuparmos com os nossos delitos e pecados; até
trazemos para o culto práticas que tem mais a ver com a nossa satisfação
pessoal do que com a alegria de Deus.
A valorização pelo sagrado nessa
parte das leis é enfatizada pela necessidade de uma oferta pela culpa acrescida
de um quinto do valor das coisas sagradas que foram usadas indevidamente. Isso
traz consciência ao transgressor da sua culpa e a necessidade de se acertar com
Deus. A lei o ajudava a identificar o erro cometido, mas também indicava o que
a pessoa deveria fazer para corrigir o mal.
Jesus também morreu como oferta
pela culpa. Inclusive por aquela relacionada ao desmerecimento do que é sagrado
aos olhos de Deus. Em Cristo, temos o perdão pela transgressão, mas também a
possibilidade de retomarmos o caminho direito. Ele nos socorre na nossa luta
contra o pecado, possibilitando que a comunhão com Deus não seja interrompida e
nos ajuda a cultuarmos a Deus da forma devida. A única ação humana necessária
para que isso aconteça é crer na obra que Jesus realizou na cruz, entregando-se
a Ele por inteiro.