It is well with my soul = Tudo bem
com a minha alma
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Se paz a mais doce me deres gozar,/ Se dor a mais forte sofrer,/ Oh! seja o que
for, tu me fazes saber/ Que feliz com Jesus sempre sou!
Sou feliz
com Jesus, sou feliz com Jesus, meu Senhor!
Embora me
assalte o cruel Satanás/ E ataque com mil tentações,/ Oh! certo eu estou,
apesar de aflições,/ Que feliz eu serei com Jesus!
Meu triste
pecado, por meu Salvador,/ Foi pago de um modo cabal;/ Valeu-me o Senhor, oh!
mercê sem igual!/ Sou feliz! Graças dou a Jesus!
A vinda eu
anseio do meu Salvador,/Virá conduzir-me ao Lar:/ O céu, onde vou para sempre
morar/ Com remidos na luz do Senhor!
Depois do grande incêndio em
Chicago, em 1871, Horatio Spafford(1828-1888), um advogado daquela
cidade, decidiu que seria benéfico para sua família fazer uma viagem marítima à
Europa. Seu plano era unir-se mais tarde à sua mulher e às suas quatro filhas.
O navio em que sua querida
família embarcou era o Ville du Havre que, infelizmente, não
foi além do meio do Atlântico.
No meio da noite, chocou-se com
outro navio e partiu-se em dois. Na confusão do desastre, a Sra. Spafford viu
suas quatro filhas serem engolidas pelas águas do mar. Um pedaço do mastro do
navio atingiu-lhe a cabeça e uma onda depositou seu corpo inconsciente em um
pedaço de madeira.
Mais tarde, recobrando a
consciência, com outros sobreviventes atingiu o País de Gales. E de lá, por
telégrafo, mandou duas palavras somente para o seu marido: "Salva
sozinha"...
Embarcando no primeiro navio,
Horatio apressou-se a ter com sua mulher. Quando o navio em que embarcara
aproximou-se do exato lugar onde o Ville du Havre afundara,
Deus deu-lhe a inspiração e a coragem para escrever este hino, cuja tradução
literal abaixo transmite-nos o verdadeiro sentimento daquele pai, homem de fé,
diante de seu infortúnio. ("Songs in the night")
Quando a
paz, como um rio, atravessa o meu caminho/ Quando tristezas como as ondas do
mar me inundam/ Seja o que for a minha porção, Tu me ensinas que tudo está bem
com a minha alma.
Tudo está
bem, tudo está bem com minha alma.
Ainda que
Satanás me ataque, se provações me vêm/ Que eu deixe esta segurança controlar-me:/ Cristo já considerou a minha
triste situação,/ E derramou o Seu próprio sangue pela minha alma.
Para mim,
portanto, viver é Cristo daqui pra frente./ Se o Jordão acima de mim rolar,/
Nenhuma dor intensa provarei,/ Pois na morte e na vida Tu hás de sussurrar paz
para a minha alma.
Senhor, é
por Tua vinda que nós esperamos/ O céu, e não o túmulo, é o nosso alvo./ Ó
trombeta do anjo, ó voz do Senhor,/ Esperança e descanso abençoados da minha
alma!
Responda para si mesmo (a): Diante de suas lutas e aflições, você
pode dizer que és feliz com Jesus? Você pode dizer que tudo está bem com sua
alma? Ore entregando suas dores e aflições nos braços do Pai, pois Ele tem
conforto e refrigérios inexplicáveis.
Coral da Primeira Igreja Batista de Dallas
Pesquisa: Imagens da Internet; Video do Youtube; http://paulofranke-historiasdoshinos.blogspot.com.br/2010/11/se-paz-mais-doce-sou-feliz-com-jesus.html
Edward Mote, autor deste hino, aos 16 anos,
foi levado por seu mestre para ouvir o estimado pregador John Hyatt. Aos seus
pés Edward converteu-se a Cristo! Mais tarde, ao se estabelecer em Southwark,
um subúrbio de Londres, com seu próprio negócio, tornou-se marceneiro de muito
sucesso e um crente muito dedicado. Como passatempo escrevia crônicas que
muitas vezes foram publicadas em periódicos de Londres. Começou a escrever
poesias e hinos, também. Foi em 1834 que ele escreveu este hino de fé e
confiança em Cristo. Assim ele contou a história:
“Uma manhã, enquanto saía para o meu trabalho, veio à minha mente que
devia escrever um hino sobre a experiência do cristão da graça do Senhor.
Enquanto ia para Holbern, compus as palavras do estribilho:
‘A minha fé e o meu amor
Estão firmados no Senhor,
estão firmados no Senhor.’
Durante o dia completei quatro
estrofes e as escrevi.”
Mote continuou a contar que, no domingo, ao encontrar-se com um membro
da igreja, esse lhe pediu que fosse visitar sua esposa que estava gravemente
enferma. À tarde, Mote se apressou em fazer isso. O sr. King pediu que cantasse
um hino, lessem as Escrituras e orassem. Procurou o seu hinário, mas não o
achou. Edward Mote continua a contar:
“Eu disse: ‘Tenho uns versos aqui no meu bolso, se quiser, podemos
cantá-los’. Assim fizemos. Sua esposa gostou tanto do hino que pediu que
deixasse uma cópia com ela. Depois do culto da noite, fui para casa e escrevi
mais duas estrofes. Levei-as depois para aquela irmã. Estes versos foram tão
bem ao encontro das necessidades daquela irmã moribunda, que mandei imprimir
1000 cópias para distribuição. Enviei uma cópia a Spiritual Magazine (Revista
Espiritual), sem assiná-la.”
Com a idade de 55 anos, Mote viu um sonho ser realizado. Há muito tempo
queria que houvesse uma congregação batista no seu bairro. Em grande parte
resultado dos seus próprios esforços, Isto se realizou. Foi ele que construiu o
templo. Os outros membros da congregação queriam que Mote registrasse tudo no
seu próprio nome. Ele recusou, dizendo: “Não quero uma capela, quero um
púlpito, e no dia que eu deixar de pregar a Cristo, podem me negar o púlpito.”
Por 26 anos Mote serviu fielmente como pastor da igreja, saindo somente
por causa da enfermidade que o levaria à morte dentro de um ano. Pouco tempo
antes do seu falecimento em 1874, Edward Mote disse: “As verdades que tenho
pregado, eu as estou vivendo. Servirão muito bem para morrer, também”. Como de
costume naquela época, foi sepultado no terreno da igreja. Perto do púlpito, há
uma placa com a inscrição: ‘Em memória de Edward Mote, que dormiu em Jesus em
13 de novembro de 1874, aos 77 anos de idade. Por 26 anos o amado pastor desta
igreja, pregando ‘Cristo, e este crucificado.’ (I Co 2:21) como tudo de que o
pecador precisa, e o santo deseja.”.
"Duas coisas te peço; não mas
negues, antes que eu morra: afasta de mim a falsidade e a mentira; não me dês
nem a pobreza nem a riqueza; dá-me o pão que me for necessário; para não
suceder que, estando eu farto, te negue e diga: Quem é o SENHOR? Ou que, empobrecido,
venha a furtar e profane o nome de Deus" (Pv 30:7-9).
III. AGUR PEDE PELAS CIRCUNSTANCIAS (8b-9)
As circunstancias nas quais vivemos são
um perigo para o nosso caráter. Principalmente no que diz respeito à nossa
situação financeira. Este homem desejava ter uma vida simples sem dinheiro e
luxo desnecessários.
Não queria ser rico, pois sabia que a
riqueza é um perigo para o servo de Deus. O abastado passa a confiar na sua
riqueza e se esquece de depender de Deus. A riqueza é um laço que amarra o
nosso coração às coisas deste mundo (ex.: O jovem rico e o fazendeiro rico).
Assim somos impedidos de vivermos como cidadãos dos céus, como peregrinos em
terra estranha.
Ser mundano não é ir ao cinema, ou usar
uma calça comprida, ou usar um brinco, ou usar barba, ou cortar o cabelo.
Mundano é aquele que se apega ao status financeiro (quer seja alto, médio ou
mais ou menos) e ocupa seu coração em manter e melhorar a sua situação
financeira mesmo que tenha que mentir, subornar, sonegar, fraudar etc. Mundano
é o que se apega às coisas e valores deste mundo e se esquece da pátria
celestial.
Agur também pede que Deus o livre da
pobreza extrema. Aquela pobreza que leva o homem ao desespero total levando-o
até mesmo a roubar para poder sobreviver. Ele não quer ser rico para que não
venha a negar a Deus, mas também não que ser pobre demais para não profanar o
Seu nome. Portanto, ele pede a Deus somente aquilo que seja o suficiente para
viver bem.
IV. CONCLUSÃO
Esta oração de Agur de levar-nos a
meditar nas seguintes coisas:
·1. Como tem sido a minha vida? Tenho agido com falsidade para com
aqueles que Deus tem colocado ao meu lado? E Mais, sou apenas um religioso ou
sou um cristão verdadeiro que procura andar em todas as horas e lugares (não só
na igreja) de acordo com a vontade de Deus? TENHO UM CARÁTER PURO?
·2. O que tenho feito para buscar atingir esta ou aquela situação
financeira? Isto tem atrapalhado o meu relacionamento diário com Deus? Isto tem
atrapalhado o meu testemunho aos descrentes? Qual a verdadeira motivação por
traz do meu desejo de ter esta ou aquela profissão? É para servir melhor a Deus
ou é por pura ganância?
A triste verdade é que muitos de nós
optaríamos tranqüilamente pelas riquezas mesmo que isto implicasse em perdas no
nosso relacionamento com Deus e na perda dos galardões pelo serviço prestado a
Ele neste mundo. Foi Jesus que disse: "Não se pode servir a Deus e ao
dinheiro" (cf. Mt 6:24; Lc 16:13).
Que cada um de nós possa refletir
seriamente nestas palavras registradas na Bíblia: "Afasta de mim a
falsidade e a mentira; não me dês nem a pobreza nem a riqueza...".
Entre os mais variados assuntos dos
quais trata, o livro de Provérbios, tem lições preciosas sobre a oração. Nele
descobrimos um lindo exemplo de oração.
"Duas coisas te peço; não mas
negues, antes que eu morra: afasta de mim a falsidade e a mentira; não me dês
nem a pobreza nem a riqueza; dá-me o pão que me for necessário; para não
suceder que, estando eu farto, te negue e diga: Quem é o SENHOR? Ou que, empobrecido,
venha a furtar e profane o nome de Deus" (Pv 30:7-9).
I. UM DUPLO PEDIDO (7)
Há neste versículo uma frase que
demonstra um tremendo anseio em ter uma vida de acordo com a vontade de Deus:
"antes que eu morra". Os dois pedidos apontam para uma só coisa:
Enquanto vivendo neste corpo, estar em perfeita sintonia com a vontade do
Senhor. O que fazemos, enquanto vivendo neste corpo, pode honrar ou desonrar a
pessoa do nosso Deus; pode exaltá-lo ou envergonhá-lo.
A seguir Agur passa aos pedidos
propriamente ditos e nos põe em contato com o desejo mais singelo de um coração
crente.
II. AGUR PEDE UM CARÁTER PURO (8a)
Ele pede a Deus que faça dele um homem
integro. Que Ele lhe dê um caráter verdadeiro. Primeiro pede que Deus afaste
dele a falsidade, o fingimento. Falsidade aqui é traduzida da palavra hebraica
shâw que denota aquela falsidade premeditada que age irresponsavelmente levando
a um comportamento fútil.
Em outras palavras, ele pede a Deus que
faça dele um homem legitimo com atitudes legitimas. Que não permita que ele
seja um "duas caras", que suas palavras sejam sinceras, que seus
relacionamentos sejam sinceros, que seus negócios sejam sinceros, que suas
atitudes sejam sinceras etc., etc.
Falsidade e mentira andam de mãos
dadas. Onde uma se faz presente a outra também está. O servo de Deus deve orar
pedindo que ele o livre destes dois terríveis pecados, pois caso contrário, até
mesmo as suas orações não serão ouvidas.
(ex.: Pv 28:9: "O que desvia os
seus ouvidos de ouvir a lei, até a sua oração será abominável"; Pv 15:8:
"O sacrifício dos perversos é abominável ao Senhor, mas a oração dos retos
é o seu contentamento" e Pv 15:29 "O Senhor está longe dos perversos,
mas atende à oração dos justos").